terça-feira, 22 de março de 2016


Celebração Penitencial




Acolhida
Canto: Eis o tempo de conversão.
Presidente: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém
Presidente: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo que nos ensinou as bem-aventuranças esteja convosco.
Todos: Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Presidente: Irmãos: As bem-aventuranças que Jesus Cristo ensinou aos seus discípulos são o caminho da santidade. Quem segue por ele possuirá o Céu como herança. Mas o pecado leva-nos, muitas vezes, a seguir outros rumos, e fecha-nos o coração a essas palavras.
Oremos, pedindo a Deus a graça de as escutarmos com fé e de vivermos segundo o exemplo do seu Filho. (Todos oram em silêncio durante algum tempo)  Abri, Senhor, os nossos corações para escutarmos hoje a vossa voz, de modo que, aceitando o Evangelho do vosso Filho, mereçamos, pela sua morte e ressurreição, caminhar numa vida nova. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus convosco na unidade do Espírito Santo.
Todos: Amém
Presidente: Esta celebração penitencial tem no centro o Evangelho das bem-aventuranças. Quem o praticar, receberá o reino dos Céus como herança. Dado, porém, que todos somos pecadores, precisamos de buscar em Deus, que é fiel e justo, o espírito de penitência a que nos exorta a primeira leitura que escutamos de seguida. Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos.
Leitura da Primeira Carta de São João.  1 Jo 1, 5-9
Salmo 145:
Refrão:  Felizes os pobres que o são no seu íntimo, porque é deles o reino dos Céus.
1-      Feliz o que tem por auxílio o Deus de Jacob,
 o que põe sua confiança no Senhor, seu Deus,
que fez o céu e a terra,
o mar e quanto neles existe.
2-      Eternamente fiel à sua palavra,
faz justiça aos oprimidos
e dá pão aos que têm fome.
O Senhor dá liberdade aos cativos.
3-      O Senhor dá vista aos cegos,
o Senhor levanta os abatidos.
 O Senhor ama os justos,
o Senhor protege os peregrinos.
4-      Ampara o órfão e a viúva,
e entrava o caminho aos pecadores.
O Senhor reina eternamente.
Sião, o teu Deus é rei por todas as gerações.

Aclamação: Eu vim para escutar

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus. Mt 5, 1-10

Partilha da Palavra

Presidente: Irmãos: Jesus Cristo deixou-nos o exemplo para que sigamos os seus passos. Dirijamos-lhe a nossa oração com toda a humildade e confiança, para que purifique os nossos corações e nos conceda a graça de vivermos sempre em conformidade com o seu Evangelho:

R: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
1)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o reino dos Céus»; mas nós andamos demasiado preocupados com as riquezas, e procuramo-las até por meios injustos. R.
2)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados»; mas nós suportamos com impaciência as nossas aflições, e preocupamo-nos pouco com os nossos irmãos que sofrem.  
3)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os humildes, porque possuirão a terra»; mas nós somos violentos uns contra os outros, e o nosso mundo está cheio de discórdias e de guerras.
4)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados»; mas nós sentimos pouca sede de Vós, que sois a fonte de toda a santidade, e vivemos descuidados no que se refere à justiça tanto particular como pública.
5)                  Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia»; mas nós não queremos perdoar aos irmãos, e julgamos com severidade o nosso próximo.
6)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus»; mas nós somos escravos dos desejos dos sentidos, e não somos capazes de levantar os olhos para Vós.
7)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus»; mas nós não sabemos fazer a paz nas nossas famílias, nem na sociedade, nem na vida dos povos.
8)                 Senhor Jesus Cristo, Vós dissestes: «Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o reino dos Céus»; mas nós praticamos antes a injustiça, em vez de sofrermos de bom grado pela justiça, e cometemos discriminações, opressões e perseguições contra os nossos irmãos.

Pai- Nosso

Canto: A ti meu Deus

Presidente: Senhor Jesus Cristo, manso e humilde coração, misericordioso, pacífico e pobre, que morrestes pela justiça e que pela cruz chegastes à glória, para nos mostrar o caminho da salvação, concedei-nos a graça de aceitarmos com alegria o Evangelho e de vivermos segundo o vosso exemplo, como herdeiros e participantes convosco no reino dos Céus. Vós que sois Deus com o Pai na unidade do Espírito Santo.
Todos: Amém.

Ritos de Conclusão
O Senhor esteja convosco.
Todos: Ele está no meio de nós.
O ministro abençoa os fiéis, dizendo:
Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo. Todos: Amém.
Presidente: Ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
Todos: Graças a Deus. Ou outra fórmula apropriada.

Hino da CFE-2016
01 – Eis, ó meu povo o tempo favorável da conversão que te faz mais feliz; da construção de um mundo sustentável, “Casa Comum” é teu Senhor quem diz:
Refrão: Quero ver, como fonte o direito a brotar, a gestar tempo novo: e a justiça, qual rio em seu leito, dar mais vida pra vida do povo.
02 – Eu te carrego sobre as minhas asas, te fiz a terra com mãos de ternura;
vem, povo meu, cuidar da nossa casa! Eu sonho verde, o ar, a água pura.

Adaptado do Ritual de Penitência.


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

DIOCESE DE CAÇADOR
Av. Santa Catarina, 228 – Caixa Postal 227 – 89500-000
CAÇADOR/SC – Fone (49) 3563 2045/ 99370583

Caçador, 10 de fevereiro de 2016.

“Ser discípulo é um dom destinado a crescer. A iniciação à vida cristã dá a possibilidade de uma aprendizagem gradual no conhecimento, no amor e no seguimento de Cristo. Uma comunidade que assume a iniciação à vida cristã renova sua vida comunitária e desperta o caráter missionário”. DAp 291

Estimados Sacerdotes e Coordenadores Paroquias de Catequese

A Iniciação à Vida Cristã, fundamentada na Palavra de Deus, concentra o Mistério Pascal (paixão, morte e ressurreição), anunciando que o Filho de Deus se encarnou, viveu entre os homens e mulheres de seu tempo, anunciou o Reino do Pai e para lá retornou, prometendo vida eterna para todos. Este mistério de amor anunciado e vivido por Jesus é o centro da nossa vida cristã.

Temos a alegria de lembrá-los do Encontro das Coordenações Diocesana de Catequese, conforme nossa agenda pastoral.

Data: 27 e 28 de fevereiro
Início: 8h30 (sábado)
Término: 13h (domingo)
Local: Centro de Formação João Paulo II- Castelhano - Caçador
Tema: Apresentação e Estudo do Novo Projeto Diocesano de Catequese
Participantes: 5 pessoas da coordenação paroquial
Investimento: R$ 105,00

OBS: Favor confirmar o número de participantes até dia 24 de fevereiro, junto a coordenação. Trazer roupa de cama e banho e material de uso pessoal.

Na sexta-feira dia 26 de fevereiro faremos a Reunião da Coordenação Diocesana de Animação Bíblico-Catequética, no Castelhano, com início às 19 h.

Serviços:

Acolhida/ Ambiente/ Oração: Micro de Caçador.
Animação: João Soares.

Desde já agradecemos a colaboração e participação!
Fraternalmente!

Regiane D. Freire

Pela Equipe de Animação Bíblico-Catequética

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Casa comum, nossa responsabilidade



O  Texto Base da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs, a partir da fé em Jesus Cristo, propõe uma reflexão sobre a realidade do saneamento básico no Brasil e pistas de ação na perspectiva de propor e garantir políticas públicas e atitudes responsáveis que garantam a integridade e o futuro de nossa Casa Comum. Acompanhe uma síntese da primeira parte do Texto Base, onde aparece um Olhar para a Realidade (VER).
A reflexão parte do princípio de que Deus nos deu a terra, sistema vivo, rico em diversidade e complexo, do qual, nós, seres humanos, tiramos os meios necessários para nossa vida e somos responsáveis pelo cuidado e continuidade da vida desse mesmo sistema. O momento presente é preocupante. Grandes projetos econômicos estão ameaçando a vida desse sistema, dessa Casa Comum. A fé cristã nos leva a defender a vida dessa Casa comum, em toda a sua diversidade, e a construir um mundo mais justo e solidário.
Todos os seres humanos têm o direito de verem satisfeitas suas necessidades básicas. O saneamento básico é um desses direitos. Ter saneamento básico significa ter melhor qualidade de vida e saúde. Esse direito envolve o abastecimento de água potável, o esgotamento sanitário, a limpeza urbana, o manejo de resíduos sólidos, a drenagem e o manejo das águas pluviais urbanas e, também, políticas públicas de habitação, proteção ambiental, erradicação da fome e da pobreza, desenvolvimento social e humano, entre outros. Esses serviços são essenciais à vida de todos os seres humanos e é dever do Estado, todavia, para uma parcela significativa da população esses direitos, desde longa data, foram negados.
No Brasil, as décadas de 1980 e 1990 foram consideradas “décadas perdidas” do ponto de vista do saneamento básico, por não terem sido feitos os investimentos mínimos necessários. Nos últimos anos houve melhorias significativas nos serviços públicos de saneamento básico, porém, pesquisas realizadas em 2013, demonstram que 18% da população ainda não tem acesso à água tratada e metade da população não tem acesso à coleta de esgoto. A falta de tratamento de esgoto e de água potável tem causado doenças diversas como diarreia, cólera, hepatite, febre tifóide, entre outras, e tem levado à morte, em média, 570 pessoas, na grande maioria crianças, todos os dias.
Os produtos líquidos não tratados e os resíduos gasosos industriais, quando lançados na natureza, podem comprometer gravemente a saúde pública. O efeito estufa, a destruição da camada de ozônio e as chuvas ácidas estão causando doenças diversas como asma, enfisema, doenças pulmonares, câncer, entre outras. Para que aconteça no Brasil um desenvolvimento sustentável, é preciso um planejamento capaz de aliar avanço tecnológico com proteção e segurança ambiental. Os sistemas de tratamento, a reciclagem dos resíduos sólidos, a coleta seletiva do lixo, a busca de redução da produção de lixo e o reuso de água aparecem atualmente como procedimentos promissores.
A situação é ainda mais precária no meio rural, pois neste meio são bem mais altos os índices de pobreza extrema, de falta de canalização e tratamento de água, de consumo de água contaminada, de falta de coleta de resíduos sólidos, entre outros.  A construção de moradias e de cisternas de captação de água da chuva são exemplos de pequenos avanços e conquistas populares da agricultura familiar camponesa.
Vale ainda ressaltar o aspecto da desigualdade no acesso aos direitos relacionados ao saneamento básico, bem como de outros serviços públicos como água, energia elétrica, moradia, transporte e saúde, entre outros. Os mais pobres, os que vivem nas periferias das cidades, os que vivem em regiões mais distantes dos grandes centros urbanos, os indígenas, os afrodescendentes, as crianças, os que vivem em acampamentos rurais ou ocupações urbanas são os que mais sofrem pela ausência ou pela falta de políticas e serviços públicos. Todavia, de acordo com as premissas internacionais dos direitos humanos, privar grupos de pessoas de serviços básicos, fundamentais à vida, constitui crime e agressão à humanidade.
Todas as pessoas são responsáveis e devem colaborar para a defesa da saúde e a melhoria da qualidade de vida das pessoas e do meio ambiente. Manter a casa sempre limpa, não deixar o esgoto a céu aberto, ter água encanada e de boa qualidade, cuidar das nascentes de água e evitar contaminar as águas com produtos poluentes e químicos, diminuir e reciclar o lixo produzido são exemplos dessa responsabilidade comum.
Os governantes têm a obrigação de melhorar a legislação e garantir a sua aplicação cuidando da conservação dos reservatórios de água, de uma rede eficiente de distribuição a todos, oferecendo serviços de saneamento e de proteção do meio ambiente, no objetivo de proporcionar uma saúde pública da melhor qualidade possível. Cada município deve elaborar o seu Plano Municipal de Saneamento Básico, de forma participativa, envolvendo assim toda a população local. Este Plano deve ser revisto e atualizado a cada quatro anos, até que todos tenham uma vida saudável.

Saneamento básico em Santa Catarina
Por mais que Santa Catarina se encontra entre os três melhores índices nacionais de distribuição de renda e riqueza, de expectativa de vida e também de Desenvolvimento Humano (IDH), na questão da rede e tratamento de esgoto sanitário está entre os piores índices do Brasil. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária (Abes), Santa Catarina está em 19º lugar, na frente apenas do Piauí (Fonte: Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental, 2011). Já o Instituto Trata Brasil, com dados do Sistema Nacional de Informações de Saneamento (SNIS) de 2012, divulgou que o Estado tem o décimo pior tratamento de esgoto do país.
De acordo com o levantamento, apenas 12% da população urbana tem san
eamento adequado. Dos 293 municípios de Santa Catarina, apenas 30 têm rede coletora e tratamento de esgoto.
Ao que parece os governantes ainda não se deram conta do que consta na avaliação do próprio Instituto Trata Brasil de que “em cada R$ 1,00 investido em saneamento se tem uma economia de R$ 4,00 em gastos com saúde”. Participemos da caminhada dos grupos de reflexão e dos encontros de catequese para refletirmos mais profundamente sobre esta realidade à luz da palavra de Deus e, então, assumirmos compromissos na defesa de melhor qualidade de vida para todos.

Pe. Dr. Gilberto Tomazi

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

                                                                                                     Ano da Misericórdia

Jesus Cristo: o rosto da misericórdia

No próximo dia 08 de dezembro a Igreja iniciará o ano da misericórdia. Trata-se de um ano jubilar convocado pelo Papa Francisco para convidar todos os cristãos a fixarem o olhar na misericórdia de Deus que nos envolve, para nos tornarmos também “misericordiosos como o Pai” (Lc 6,36) e sermos um sinal mais eficaz do seu agir no mundo.
Contemplar a misericórdia de Deus é fonte de alegria, serenidade e paz, diz o Santo Padre. Que bela recordação ele nos trouxe! Parece que por muito tempo acostumamo-nos a contemplar Deus mais como um justo juiz, que como um Pai rico em misericórdia. Infelizmente, muitas vezes a fé foi vivida como fonte de culpas, critério para julgamento e distinção de pessoas, deixando de lado o seu conteúdo essencial: a misericórdia de Deus que vem ao nosso encontro.
Agora somos convidados a olhar para o Senhor a partir da sua misericórdia. Essa expressão é a síntese do seu agir no mundo com suas criaturas. Em Jesus Cristo, Deus manifestou um “rosto de misericórdia”, ao qual podemos reconhecer, comtemplar e servir. Misericórdia não é uma palavra abstrata, mas é para nós uma pessoa – Jesus Cristo, e nele todos os seres humanos, especialmente os pobres e desvalidos. O cristão não vive do encontro com uma ideia, teoria ou mesmo doutrinas, mas do encontro com o rosto da misericórdia, Jesus Cristo, que lhe dá rumo e sentido definitivos, como já nos lembrava o papa Bento XVI.
Vivamos, pois, este ano da misericórdia na perspectiva do “encontro com Jesus Cristo”, o rosto da misericórdia. Dediquemos nosso tempo, nossos esforços para renovar esse encontro fundamental da nossa vida de fé.  Ele nos ajudará a ter os mesmos sentimentos de Jesus Cristo e a sermos misericordiosos como o Pai do céu. Nas próximas edições olharemos para as expressões do ano da misericórdia na nossa espiritualidade pessoal e as suas incidências para a vida da Igreja! Até lá!
Pe. Márcio Martins Rosa

Paróquia Cristo Redentor – Caçador/SC

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

                                                


 ESCOLA CATEQUÉTICA DIOCESANA 2016 - DIOCESE DE CAÇADOR


“Ser discípulo é um dom destinado a crescer. A iniciação à vida cristã dá a possibilidade de uma aprendizagem gradual no conhecimento, no amor e no seguimento de Cristo. Uma comunidade que assume a iniciação à vida cristã renova sua vida comunitária e desperta o caráter missionário”. DAp 291

Justificativa
Em nossos tempos de mudança de época e declínio da cristandade a catequese precisa ser cada vez mais evangelizadora, provocando a inserção na comunidade e superando o paradigma de tempo preparatório para os sacramentos. A catequese deve estar a serviço da iniciação à vida cristã, despertando para a fé e colocando em contato com a comunidade cristã, que levará ao amadurecimento gradual e permanente.
A iniciação à vida cristã é um progressivo mergulho no Mistério, dando valor a tempos e etapas com suas celebrações, símbolos, ritos, bençãos. A inspiração para esse processo encontra-se no catecumenato da igreja primitiva, que esta sistematizado no Ritual de Iniciação Cristã de Adultos ( RICA).
Para que aconteça verdadeira iniciação à vida cristã é preciso o envolvimento de toda comunidade.  “Isto requer novas atitudes pastorais por parte dos bispos, presbíteros, diáconos, pessoas consagradas e agentes de pastoral, movimentos, organismos, serviços” (DAp,291). Precisa ser uma prioridade a formação de todas as lideranças, para tornar a evangelização mais efetiva, frutuosa e integrada num projeto de formação.

Objetivo Geral
Contribuir na formação de catequistas e outros agentes de pastoral da diocese de Caçador na experiência de uma catequese a serviço da iniciação à vida cristã, que conduza à inserção na vida de comunidade e compromisso com o Reino de Deus.
Objetivo Específicos
Ø    Preparar os catequistas para o exercício de uma catequese a serviço da iniciação à vida cristã, em tempos de mudança de época;
Ø    Capacitar catequistas, na metodologia de inspiração catecumenal, contemplando seus tempos e fases (RICA);
Ø    Oferecer formação bíblica que proporcione o uso adequado e frutuoso das Sagradas Escrituras;
Ø    Proporcionar aprofundamento doutrinal dos conteúdos essenciais da fé (Creio, Pai-Nosso, Mandamentos e Sacramentos) e documentos recentes da Igreja;
Ø    Oportunizar experiências celebrativas e vivências próprias da catequese de inspiração catecumenal;
Ø    Auxiliar os catequistas no compromisso com a sua comunidade, enquanto casa de iniciação à vida cristã;
Ø    Integrar outras lideranças e ministérios da comunidade eclesial no processo de iniciação à vida cristã
Estratégias
·                    Seguir os tempos e etapas da inspiração catecumenal (acolhida, catequese, celebração e inserção na comunidade)
·                    Proporcionar vivências celebrativas
·                    Realizar a Leitura Orante da Bíblia
·                    Refletir sobre o encontro pessoal com Jesus Cristo (espiritualidade do catequista)
·                    Fortalecer no compromisso missionário do catequista com a sua comunidade de fé, tendo em vista a prática das experiências vivenciadas

Organização
A escola será realizada em quatro etapas, no período de um ano, nos meses de abril, junho, agosto e outubro.

Conteúdo Programático
1ª Etapa – Acolhida (Pré - catecumenato) - abril
- A dimensão da acolhida na inspiração catecumenal (dimensão pessoal)
- Relacionamento humano e interpessoal
- Introdução à Iniciação à Vida Cristã (Doc. 97)
- Querigma = anúncio de Jesus Cristo (definição, implicações e iluminação bíblica)
- Celebração de Acolhida
  
2ª Etapa – Catequese (Catecumenato) - junho
- Características do catecumenato
- A dimensão bíblica da iniciação à vida cristã (a IVC na Bíblia)
- Leitura Orante da Bíblia
- Conteúdos essenciais da fé cristã (Fé professada, vivida, celebrada e rezada)

3ª Etapa – Celebrações (Iluminação) - agosto
- A dimensão litúrgica da inspiração catecumenal
- Espiritualidade da quaresma e tempo pascal
- Características do terceiro tempo (ritos e entregas – RICA)
- Os sacramentos da iniciação à vida cristã (unidade sacramental)

4ª Etapa – Inserção na Comunidade (Mistagogia) - outubro
- A dimensão comunitária e missionária da inspiração catecumenal
- Processo do acompanhamento da fé
- Ministério da comunidade e demais ministérios no processo de iniciação à vida cristã
- Partilha de experiências concretas
- Vivências litúrgicas (catequese a partir do mistério celebrado)

Funcionamento
A Escola funcionará em tempo integral, priorizando estudo, convivência, oração, partilha de serviços, trocas de experiências. Entre uma etapa e outra, os catequistas deverão se encontrar por paróquia, para realizar estudos de aprofundamento e atividades a partir dos temas de cada etapa.

Carga Horária

96 horas

Público alvo
- Coordenadores (as) de catequese
- Catequistas que atuam na Iniciação à Vida Cristã, com crianças, jovens e adultos.
- Agentes de pastoral que atuam nos encontros de preparação ao batismo e matrimônio.
- Ministros da Palavra

Vagas
80 vagas

 Local
Centro de Formação João Paulo II – Castelhano - Caçador

INSCRIÇÕES ATÉ O FIM DE FEVEREIRO DE 2016, COM OS COORDENADORES PAROQUIAIS DE CATEQUESE OU NA COORDENAÇÃO DIOCESANA.

DATAS DA ESCOLA PRA 2016

1ª ETAPA : 08 A 10 DE ABRIL
2ª ETAPA : 17 A 19 DE JUNHO
3ª ETAPA: 19 A 21 DE AGOSTO
4ª ETAPA: 07 A 09 DE OUTUBRO


MAIORES INFORMAÇÕES PELO E-MAIL: catequesecacador@gmail.com.

BEM VINDOS!







segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O Rosto da 
Misericórdia


O papa Francisco convocou um Jubileu Extraordinário, a iniciar em 8 de dezembro de 2015, festa da Imaculada Conceição de Maria: o Jubileu da Misericórdia. Num pontificado marcado pela solicitude do papa com situações de extrema violência, como as guerras espalhadas pelo mundo, o martírio de cristãos, as complicadas migrações da África para a Europa, a escolha da Misericórdia para um Jubileu temático está na sequência de atitudes que revelam a necessidade de o mundo se voltar para as periferias existenciais e tomar atitudes que revelem a face bondosa de Deus em favor dos necessitados, que são todos os seres humanos, especialmente os mais sofredores (cf. n. 15).

Será também oportunidade de celebrar festivamente os 50 anos do encerramento do Concílio Vaticano II, que abriu as portas da Igreja para o diálogo com o mundo moderno. Na sua bula, o papa lembra um pensamento do beato Paulo VI, papa que encerrou o Concílio, dizendo que “a religião de nosso Concílio foi, antes de mais, a caridade”. A caridade deve ser a marca da Igreja atual, e a misericórdia é a ação da caridade: Deus nos ama e quer que amemos a nós mesmos, aos irmãos e ao planeta.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

CATEQUESE E TEMPO LITÚRGICO
Como adequar a catequese ao tempo litúrgico

Uma das primeiras formas de se adentrar à Iniciação à Vida Cristã é acatequese, que não deve ser confundida como mera transmissão de dogmas e preceitos. E é isso que a IVC – Catequese pelo Processo Catecumenal, pretende: Iniciação além de recepção de sacramentos. Que a catequese não seja um “cursinho”, que dá diploma ao final (sacramento), mas, um processo de iniciação à fé e à vida em comunidade.

Hoje a opção religiosa é uma escolha e não simplesmente tradição e imersão cultural; daí a exigência de formar cristãos firmes e conscientes de sua fé. Ao assumir seriamente a iniciação cristã estaremos entre os primeiros beneficiados: fará crescer tanto evangelizados como evangelizadores em toda comunidade. Se tivermos pessoas verdadeiramente evangelizadas, teremos discípulos missionários e teremos catequistas.

É preciso que a catequese ajude na vivência do mistério de Cristo, do qual os catecúmenos ou catequizandos, desejam participar plenamente pela iniciação. Para isso, a catequese deve ser distribuída por etapas, integralmente transmitida e relacionada com o Ano Litúrgicoapoiada em celebrações da palavra.

Cronogramas da IVC para 2026

         Cronograma IVC Adultos para 2026   Cronograma IVC 2026/1º ano para 2026  Cronograma IVC 2025/2º ano para 2026 Cronograma IVC 2024/...